Lance Bass choca ao revelar ganhos irrisórios no *NSYNC: ‘Praticamente não ganhei dinheiro’
No programa “Cocktail Wars”, Lance Bass, um dos vocalistas do *NSYNC, surpreendeu ao revelar os baixos valores que os integrantes recebiam durante o auge da boyband. Apesar do sucesso estrondoso e turnês esgotadas nos anos 90, a remuneração estava longe de refletir a fama conquistada.
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Bass contou que, no início da carreira, enquanto o grupo trabalhava na Europa, a diária era de apenas US$ 35. Ele relatou que o primeiro cheque recebido, após anos de sucesso com álbuns em primeiro lugar e ingressos vendidos, foi de apenas US$ 10 mil. O cantor admitiu que, por anos, eles trabalharam praticamente de graça, considerando a falta de retorno financeiro inicial.
Conforme informação divulgada pelo artista, a situação só mudou gradualmente, com cheques mais expressivos chegando mais tarde. Bass enfatizou que, mesmo com o sucesso massivo em licenciamento e produtos, os integrantes não viram a maior parte dos lucros. Ele pontuou que, até hoje, os royalties recebidos pelas músicas não representam uma quantia significativa.
A realidade financeira dos integrantes
Lance Bass desmistificou a ideia de que os membros do *NSYNC acumularam fortunas. Ele afirmou categoricamente que não é rico por causa do grupo. Embora tenha tido sucesso em outros empreendimentos após o fim da banda, ele reiterou que o dinheiro ganho com o *NSYNC foi mínimo.
O papel de Lou Pearlman e da gravadora
O ex-empresário do grupo, Lou Pearlman, que também trabalhou com os Backstreet Boys e faleceu em 2016, é apontado por Bass como um dos que lucraram muito mais com o *NSYNC do que os próprios artistas. Pearlman foi condenado em 2008 por crimes financeiros. Bass expressou ressentimento em relação a Pearlman e à gravadora, sentindo que os jovens integrantes não foram protegidos.
O desafio do recomeço após o fim da banda
Bass lamentou a falta de preparo para a vida após o fim do grupo, que entrou em hiato em 2002. Ele revelou que todos os integrantes precisaram recomeçar do zero, enfrentando o estigma de serem membros de uma boyband e a dificuldade de serem levados a sério em suas carreiras solo. A falta de apoio e orientação durante o auge da fama e o posterior declínio foram pontos destacados pelo cantor.
Saudade de uma continuidade
Apesar das dificuldades financeiras e da gestão controversa, Lance Bass expressou que gostaria que o *NSYNC tivesse continuado suas atividades de forma mais consistente, semelhante ao que ocorreu com os Backstreet Boys. No entanto, ele reconhece que os planos para o grupo não incluíam essa continuidade.
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