Mulher desaparece no Rio e detalhes chocantes surgem em reportagem ao vivo
O desaparecimento de Rosângela Severiano da Silva Fonseca, 56 anos, em Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro, ganhou contornos ainda mais perturbadores nesta quarta-feira (21). Durante uma entrada ao vivo do programa “Cidade Alerta”, da Record, um homem foi visto dirigindo o carro da mulher, que está sumida há mais de uma semana. O indivíduo alegou ter comprado o veículo e a residência de Rosângela antes de seu desaparecimento, deixando familiares perplexos e ainda mais apreensivos. Conforme informações divulgadas pelo programa.
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A família de Rosângela relatou que as mudanças no comportamento da mulher já vinham sendo notadas nos dias que antecederam o sumiço, que ocorreu na sexta-feira (16). Segundo eles, Rosângela diminuiu o contato, parou de enviar áudios e passou a se comunicar apenas por mensagens de texto. O filho da desaparecida chegou a afirmar ao programa que, após um certo tempo, ele percebeu que “não era mais ela” quem se comunicava.
O irmão de Rosângela, Rodney, também compartilhou sua estranheza com as comunicações. Ele contou que esteve com a irmã no dia 4 de outubro, mas a partir do dia seguinte as mensagens mudaram. “Na quinta-feira passada, ela ainda mandou: ‘E aí, na paz do senhor, como é que você tá?’. Ela nunca falou isso aí, daí eu já achei estranho”, relatou, evidenciando a mudança no padrão de linguagem.
Mudanças de comportamento e transações financeiras suspeitas
A desconfiança da família se intensificou quando um sobrinho pediu R$ 200 emprestados. Rosângela teria dito que não possuía o valor, mas que pediria a um amigo para realizar a transferência. O dinheiro, no entanto, foi enviado por um homem identificado como Arthur, que posteriormente se apresentou e foi encaminhado para prestar esclarecimentos à Polícia Civil. Este episódio levantou ainda mais suspeitas sobre a autenticidade das ações em nome de Rosângela.
Pertences encontrados em sacos de lixo e venda de bens
Em uma reviravolta chocante, ao tentarem acessar a casa de Rosângela, familiares encontraram apenas móveis e eletrodomésticos. Os objetos pessoais da mulher, incluindo pertences íntimos e fotografias do neto, foram localizados em sacos de lixo em frente ao imóvel. O celular, a moto e o carro dela também não estavam no local, aumentando a preocupação com o que poderia ter acontecido.
Comprador de bens se apresenta em reportagem ao vivo
Durante a reportagem do “Cidade Alerta”, um homem identificado como João Vitor, dono de um lava-rápido, apareceu dirigindo o carro de Rosângela. Ele afirmou ter adquirido tanto o veículo quanto a casa da desaparecida. O imóvel teria sido negociado por R$ 150 mil, com R$ 130 mil pagos e R$ 20 mil a serem quitados em parcelas. O carro foi vendido por R$ 13 mil. O acordo incluía, ainda, alguns móveis e eletrodomésticos da residência.
Origem do dinheiro e investigação policial
Questionado sobre a origem dos R$ 130 mil, João Vitor declarou ter pego o dinheiro emprestado com um agiota. Sua mãe, Luciene, expressou preocupação com a decisão do filho, afirmando que não aprovava o empréstimo. Ela contou que ele chegou em casa animado com a possibilidade de comprar uma casa. O desaparecimento de Rosângela foi registrado na 27ª DP (Vicente de Carvalho), e a Polícia Civil segue investigando o caso sem novas atualizações até o momento.
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