Ariana Grande proíbe Trump de usar sua música e critica “sua verdade”
A cantora Ariana Grande reagiu de forma contundente após uma de suas músicas, “we can’t be friends”, ser utilizada em um vídeo publicado por Donald Trump nas redes sociais. O material, compartilhado na quinta-feira (20), apresentava mensagens sobre o que o ex-presidente chamou de sua “verdade”, ao som do hit da artista.
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Entre as frases exibidas no vídeo, destacavam-se declarações como “Homens não podem ter filhos e nunca deveriam competir em esportes femininos”. Ariana não tardou a comentar a publicação, deixando claro que não autorizou o uso da faixa e enviando um recado afiado.
“Nunca mais use minha música. Além disso, sua verdade é falsa”, escreveu a cantora, demonstrando sua insatisfação com a apropriação de sua obra para fins políticos. A gravadora de Ariana já estaria trabalhando para remover a música da publicação, segundo informações do portal TMZ.
Histórico de conflitos com o governo Trump
Este não é o primeiro episódio em que Ariana Grande se manifesta contra o uso de suas canções por parte do governo Trump. Em junho, a artista já havia criticado o ex-presidente e a Casa Branca após outra música sua aparecer em uma montagem sobre prisões realizadas pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE).
Na ocasião, Ariana classificou as políticas de imigração do governo como “bárbaras, desumanas e hediondas”. Ela se junta a um grupo de artistas que já expressaram desaprovação pelo uso de suas músicas em conteúdos relacionados à administração Trump.
Outros artistas contra o uso de suas músicas
Diversos artistas renomados já criticaram a gestão de Donald Trump pela utilização de suas canções em publicações oficiais ou de apoio ao presidente. Entre eles estão nomes como Beyoncé, Celine Dion, Rihanna e Sabrina Carpenter, que também se posicionaram contra a apropriação de seus repertórios.
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