Cristian Cravinhos detalha reação de Suzane von Richthofen após o assassinato dos pais
Cristian Cravinhos, irmão de Daniel Cravinhos e também condenado pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen em 2002, voltou a comentar o caso em entrevista ao Bacci Notícias. Ele relembrou os dias seguintes ao crime e compartilhou uma declaração surpreendente que teria ouvido de Suzane von Richthofen.
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Durante a conversa, Cristian foi questionado sobre sua visão atual de Suzane e mencionou laudos psiquiátricos realizados quando ela estava presa. Segundo ele, os psiquiatras a descreveram como ‘dissimulada, articuladora, psicopata’, conforme avaliações para migração de regime. Ele também afirmou que seu arrependimento foi imediato após o crime.
O ex-cunhado de Suzane relatou que, dois dias após o assassinato dos pais dela, comprou um buquê de rosas brancas para oferecer a Suzane, acreditando que ela estaria devastada. Foi nesse momento que Suzane teria feito a declaração que o marcou: ‘Cara, você tá maluco? Não tem que pedir perdão de porra nenhuma, você me deu uma nova vida’. Essa fala, segundo Cristian, exemplifica a pessoa que ele conheceu.
Cristian Cravinhos não mantém contato com Suzane
Cristian Cravinhos enfatizou que não tem mais contato com Suzane von Richthofen desde o julgamento em 2006. Mais de duas décadas após o crime, ele revelou que está prestes a lançar um livro sobre o caso. A obra, segundo ele, será baseada exclusivamente em informações presentes no processo judicial, sem invenções ou versões pessoais.
Livro sobre o caso Richthofen será lançado em breve
O livro de Cristian Cravinhos, que já está pronto e foi desenvolvido na Holanda, tem previsão de lançamento após as eleições. Ele garante que o livro narrará os fatos que estão documentados no processo judicial. ‘Eu não tenho versão, não existe versão. Eu e meu irmão trabalhamos com fatos, está tudo dentro do processo’, declarou.
Condenações e o crime de 2002
Cristian e Daniel Cravinhos, assim como Suzane, foram condenados pelo duplo homicídio de Manfred e Marísia von Richthofen, ocorrido em outubro de 2002 em São Paulo. Cristian recebeu uma pena superior a 38 anos de prisão por sua participação no crime. Ele concluiu afirmando que a barbárie do ocorrido exigiu uma resposta judicial à altura.
Assista à entrevista completa:
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