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10/09/2026 23:32
Condenado à morte nos EUA lista banquete para última refeição; defesa alega manipulação de júri
A matéria destaca homem no corredor da morte nos EUA pede banquete para última refeição e defesa alega irregularidades no júri Stacey Humphreys, de 53 anos, condenado à morte por duplo homicídio ocorrido em 2003 na Geórgia, Estados Unidos, gerou repercussão ao detalhar seus...
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Homem no corredor da morte nos EUA pede banquete para última refeição e defesa alega irregularidades no júri

Stacey Humphreys, de 53 anos, condenado à morte por duplo homicídio ocorrido em 2003 na Geórgia, Estados Unidos, gerou repercussão ao detalhar seus desejos para a última refeição antes de sua execução, marcada para a próxima quarta-feira (16). A notícia ganhou destaque na imprensa norte-americana, que acompanha de perto os desdobramentos do caso.

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Humphreys deverá receber uma injeção letal na penitenciária estadual perto de Jackson. A lista de pedidos para sua refeição final inclui uma variedade de carnes, como peito bovino defumado e costelas de porco, um cheeseburger duplo com bacon e batatas fritas, além de asas de frango ao molho buffalo e uma pizza de carnes. Para finalizar, ele escolheu sorvetes de noz-pecã com manteiga e de pêssego.

Enquanto a execução se aproxima, a defesa de Humphreys entrou com um pedido para um novo julgamento da sentença, alegando má conduta de uma jurada. O advogado argumenta que a jurada escondeu experiências pessoais para influenciar o veredito, o que teria levado a uma decisão injusta sobre a pena de morte. Conforme informação divulgada pelo Departamento de Correções da Geórgia.

Detalhes da última refeição

A lista de Stacey Humphreys é extensa e variada, demonstrando um desejo por uma experiência gastronômica completa antes de seu fim. Além das carnes e da pizza, o condenado também solicitou dois refrigerantes sem cafeína para acompanhar os pratos principais.

Contestação judicial e alegações de manipulação

O advogado de Humphreys apresentou uma petição alegando que uma das juradas mentiu durante o processo de seleção. Segundo a defesa, a jurada teria omitido seu histórico como vítima de agressão sexual por um fugitivo, com o objetivo de ser selecionada para o júri. A defesa afirma que, após integrar o júri, ela teria se mostrado inflexível em relação à pena de morte.

A petição detalha que, durante as deliberações, a jurada teria usado sua experiência pessoal para pressionar os outros 11 jurados, que inicialmente votaram contra a pena capital. O advogado acusa a jurada de enganar seus pares sobre as consequências de um impasse, sugerindo falsamente que a libertação de Humphreys seria o resultado caso não houvesse unanimidade.

A lei da Geórgia e o impasse do júri

De acordo com a defesa, a lei da Geórgia prevê que, em caso de impasses na decisão sobre a pena, o juiz deve dissolver o júri e sentenciar o réu à prisão perpétua. O advogado argumenta que a jurada teria ocultado essa informação crucial, levando os outros jurados a optarem pela pena de morte sob falsas premissas.

A petição busca um novo julgamento para a sentença, argumentando que a decisão foi baseada em engano deliberado. Se a versão da defesa for comprovada, Humphreys deveria estar cumprindo prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, em vez de estar próximo da execução.

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