Sean “Diddy” Combs deixa prisão em Nova Jersey e é levado para nova unidade nos EUA
O rapper Sean “Diddy” Combs foi transferido nesta sexta-feira (16) da prisão de Fort Dix, em Nova Jersey, para a FCI Allenwood, na Pensilvânia. A mudança, segundo seu porta-voz, ocorreu por questões de segurança, após semanas de relatos sobre supostos privilégios e itens proibidos durante sua detenção. O artista cumpre pena de quatro anos por crimes ligados à prostituição.
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A nova unidade, FCI Allenwood, é uma instalação de segurança mínima. A decisão de transferir Diddy veio após reportagens que indicavam que o artista teria acesso a um celular e bebidas alcoólicas na prisão, além de receber massagens de outros detentos. Essas alegações levaram Combs a um período de isolamento disciplinar e ao adiamento de sua data de saída prevista.
O porta-voz de Diddy, Juda Engelmayer, afirmou que a segurança do artista é prioridade e que a transferência é compatível com uma decisão voltada para a proteção. “Agradecemos ao Departamento Federal de Prisões por levar a sério a segurança de Sean e de todos os envolvidos”, declarou Engelmayer, ressaltando a importância da mudança de uma unidade de segurança mínima para outra.
Relatos de briga e hospitalização negados
Dias antes da transferência, surgiram informações sobre Diddy ter sido hospitalizado após uma suposta briga com um traficante de drogas. A notícia inicial do TMZ indicava um ferimento na cabeça, atribuindo o incidente aos privilégios de Diddy que teriam gerado conflito com outros presos. No entanto, o Departamento Federal de Prisões negou veementemente os relatos, classificando-os como falsos.
Condenação por crimes sexuais
Sean “Diddy” Combs, de 56 anos, foi condenado no ano passado por duas acusações de transporte de pessoas para fins de prostituição. O processo aponta que o rapper levava suas namoradas e profissionais do sexo entre cidades para encontros sexuais sob efeito de drogas, práticas que ele chamava de “freak offs”.
Reclusão e liberdade supervisionada
Em julho, Diddy recebeu uma sentença de quatro anos e dois meses de prisão, seguida por cinco anos de liberdade supervisionada. A previsão atual para sua soltura é 2 de março de 2028. Ele foi absolvido de acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração para extorsão, que poderiam resultar em prisão perpétua.
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