Príncipe Harry desabafa sobre última ligação com a Princesa Diana
O Príncipe Harry abriu seu coração em uma entrevista à revista GQ, revelando o que considera seu maior arrependimento relacionado à morte de sua mãe, a Princesa Diana. O duque de Sussex confessou que gostaria de ter dado mais atenção à princesa na última ligação que tiveram, um momento que o assombra até hoje.
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Na época da ligação, Harry tinha apenas 12 anos e, impaciente para brincar com seus primos, encerrou a conversa rapidamente. Essa decisão deixou um peso em sua consciência por muitos anos, um sentimento que ele só conseguiu aliviar após se tornar pai.
“Se eu soubesse que seria a última ligação com ela, como aquela conversa teria sido diferente. E eu tenho que conviver com isso”, desabafou Harry, reiterando que a culpa o acompanhou por um longo tempo, conforme divulgado pela revista GQ.
O peso da culpa e o alívio da paternidade
Harry explicou que, aos 12 anos, seu desejo era aproveitar o dia com outras crianças e primos, o que o levou a apressar o fim da ligação com a mãe. Esse episódio marcou profundamente o príncipe, que carregou consigo a sensação de não ter aproveitado o último momento com Lady Di.
A carga emocional desse arrependimento começou a diminuir quando Harry se tornou pai de Archie e Lilibet, frutos de seu casamento com Meghan Markle. Ele relatou que, antes de ter filhos, a culpa e outros sentimentos o acompanhavam de forma pesada.
“Antes de ser pai, eu carregava uma certa culpa e outros sentimentos que realmente me acompanhavam. Era algo pesado. E aí, sim, quando você se torna pai ou mãe, claro que as coisas mudam”, compartilhou o príncipe.
A saudade e a conexão energética com Diana
Além do arrependimento específico, Harry também expressou a saudade constante de sua mãe e as reflexões sobre como seria sua vida e sua família se Diana ainda estivesse viva. Ele questiona frequentemente como seria o mundo com ela presente.
O príncipe acredita que ainda mantém uma forte ligação com a mãe, sentindo sua energia em momentos importantes de sua vida, mesmo quase três décadas após sua morte. Ele compara essa conexão a uma “ligação energética” que pais e filhos compartilham.
Energia dos pais e a percepção dos filhos
Harry exemplificou essa conexão através de sua experiência com o filho Archie. Ele contou que, durante um período de grande estresse pessoal, percebeu que o bebê sentia sua tensão, mesmo quando ele o pegava no colo.
Essa observação o levou a se esforçar para se acalmar durante o trajeto para casa, a fim de não transmitir ansiedade ao filho. “Quando eu chegava [mais calmo] na porta, eu dizia: ‘Posso tentar agora?’ Aí eu ia lá, o segurava no colo e ele se inclinava para mim. Eu pensava, ‘Uau, OK. Então a energia é real mesmo’”, relatou.
Ele concluiu enfatizando a importância de os pais estarem atentos a essa troca energética com seus filhos, reconhecendo a profundidade dessa ligação que transcende o físico.
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