PF Rastreia "Os Meninos": Grupo Hacker que Abastecia "A Turma" de Vorcaro com Dados Sigilosos do Governo e Interpol

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GERADO EM: 19/03/2026 - 11:34
PF Rastreia “Os Meninos”: Grupo Hacker que Abastecia “A Turma” de Vorcaro com Dados Sigilosos do Governo e Interpol
PF Rastreia “Os Meninos”: Grupo Hacker que Abastecia “A Turma” de Vorcaro com Dados Sigilosos do Governo e Interpol Após a identificação do grupo “A Turma”, a Polícia Federal agora concentra esforços para desvendar a identidade e o modus operandi de “Os Meninos”, outra célula criminosa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro. Este segundo grupo é suspeito de fornecer informações cruciais obtidas através de invasões e acessos ilegais a sistemas sigilosos. As investigações apontam que “Os Meninos” alim...
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PF Rastreia “Os Meninos”: Grupo Hacker que Abastecia “A Turma” de Vorcaro com Dados Sigilosos do Governo e Interpol Após a identificação do grupo “A Turma”, a Polícia Federal agora concentra esforços para desvendar a identidade e o modus operandi de “Os Meninos”, outra célula criminosa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro. Este segundo grupo é suspeito de fornecer informações cruciais obtidas através de invasões e acessos ilegais a sistemas sigilosos. As investigações apontam que “Os Meninos” alim...

Polícia Federal intensifica busca por “Os Meninos”, braço hacker de Daniel Vorcaro, e investiga possível ligação com influenciadores e jornalistas.

Após a identificação do grupo “A Turma”, a Polícia Federal agora concentra esforços para desvendar a identidade e o modus operandi de “Os Meninos”, outra célula criminosa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro. Este segundo grupo é suspeito de fornecer informações cruciais obtidas através de invasões e acessos ilegais a sistemas sigilosos.

As investigações apontam que “Os Meninos” alimentavam “A Turma” com dados extraídos de bases da Polícia Federal, do Judiciário, do Ministério Público Federal e até de órgãos internacionais como a Interpol. A suspeita é que essa colaboração visava subsidiar as ações da organização criminosa.

A investigação busca determinar se o grupo “Os Meninos” ainda está ativo e quem são seus integrantes, com pelo menos 20 pessoas sob escrutínio. A possibilidade de envolvimento direto ou indireto de jornalistas e influenciadores, financeiramente cooptados para atacar o Banco Central e defender interesses do Master, não é descartada. Conforme informações divulgadas nas investigações, “Os Meninos” também são suspeitos de hackear e derrubar conteúdos contrários aos interesses do Master.

A Estrutura Divisória de Tarefas da Organização

A existência de “Os Meninos” foi revelada no voto do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a prisão de Daniel Vorcaro. Ele descreveu “A Turma” como um braço operacional e de intimidação física, enquanto “Os Meninos” eram responsáveis pelas “investidas de hackeamento e invasão digital”.

Essa divisão clara de tarefas indica, segundo as apurações, uma estrutura coordenada para atender aos interesses da “organização”. O ministro Mendonça detalhou que Vorcaro utilizava “Os Meninos”, juntamente com um indivíduo apelidado de “Sicário”, para a “execução de ilícitos variados”, incluindo ações de caráter violento.

Detalhes Financeiros e a “Milícia Digital”

O voto do ministro André Mendonça também trouxe à tona detalhes financeiros significativos, extraídos de mensagens do celular de Vorcaro. Em um diálogo, o “Sicário” mencionou repasses de cerca de R$ 1 milhão por mês, com a frase “Os meninos mando 75 pra cada”, sugerindo pagamentos mensais de R$ 75 mil a cada membro do grupo hacker. Valores extras, como “bônus”, também eram divididos entre “Os Meninos” e “A Turma”.

Uma mulher investigada no esquema teria participado da operacionalização desses fluxos financeiros. As investigações da Polícia Federal, conforme relatórios, apontaram que “A Turma” atuava como uma “milícia privada”, focada em ações de campo, monitoramento e intimidação. O grupo era suspeito de realizar acompanhamento presencial de adversários, vigilância de rotinas e abordagens coercitivas, incluindo ameaças a familiares.

Flagrantes e a Evidência da Atuação Digital

“Os Meninos” vieram à tona durante a terceira fase da operação Compliance Zero. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou um veículo do “Sicário” transportando dois potenciais integrantes do grupo hacker. No carro, foram encontrados quatro computadores, evidenciando a natureza digital de suas operações.

O ministro Mendonça ressaltou que esses indivíduos eram “instrumentos de Daniel Vorcaro”, utilizando a sua atuação para justificar a manutenção da prisão preventiva do banqueiro. A suspeita é que “Os Meninos” continuavam ativos, monitorando autoridades e sistemas sigilosos, o que reforça a contemporaneidade dos riscos à ordem pública.

Ampla Gama de Atividades Cibernéticas

As ações atribuídas a “Os Meninos” incluem tentativas de invasão de sistemas institucionais e privados, coleta de dados sensíveis por meios digitais, apoio a estratégias de monitoramento e atuação em campanhas de manipulação de informação e reputação. Há indícios de que o grupo utilizava credenciais válidas e acessava bases restritas, ampliando a gravidade do esquema.

A estrutura da organização contava com coordenação definida, com o “Sicário” atuando como peça central na organização das ações e intermediação de pagamentos. A investigação aponta que a “Turma”, com auxílio dos “Meninos”, também realizava o levantamento de dados sensíveis, contando com experiência em segurança pública para ampliar a capacidade operacional.

Armamento e Estratégia Empresarial

Durante a operação, foram apreendidas armas de diferentes calibres e munições, reforçando a hipótese de que “A Turma” possuía potencial para ações violentas. A atuação do grupo seguia uma lógica empresarial, com divisão de funções, metas e remuneração estruturada, utilizando empresas para dar aparência legal às transações.

Esse modelo permitia a operação contínua e adaptável da organização. Quando um novo “alvo” surgia, a engrenagem era acionada para levantamento de informações, monitoramento e abordagens intimidatórias. A estrutura também foi utilizada para pressionar pessoas do círculo interno de Vorcaro, incluindo ex-colaboradores.

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