Monique Medeiros se entrega à polícia no RJ após decisão do STF; pai de Henry Borel comemora e pede justiça

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GERADO EM: 20/04/2026 - 20:02
Monique Medeiros se entrega à polícia no RJ após decisão do STF; pai de Henry Borel comemora e pede justiça
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Monique Medeiros volta a ser presa no Rio de Janeiro após determinação do STF

A professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, se apresentou à polícia no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20). A entrega ocorreu na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu, três dias após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o seu retorno à prisão.

A decisão do ministro veio após a rejeição do recurso apresentado pela defesa de Monique, que mantinha a ordem de prisão preventiva. A professora foi encaminhada para a penitenciária de Benfica, um dos locais de entrada de detentos no sistema prisional fluminense.

Apesar da presença de jornalistas no local, Monique Medeiros não concedeu entrevistas. A defesa da professora rebateu a decisão da Justiça, alegando que a prisão foi restabelecida com base em argumentações genéricas e que não houve coação de testemunhas. Conforme a defesa, as alegações de que Monique contatou testemunhas foram inverídicas, e as mensagens em questão tratavam de agressões sofridas pela própria Monique e por Henry, perpetradas pelo ex-companheiro dela, o ex-vereador Jairinho. A defesa também afirmou que Monique é vítima, assim como seu filho, e busca justiça por Henry.

Leniel Borel celebra prisão da ex e reforça pedido por justiça

Em meio à notícia, Leniel Borel, pai de Henry, utilizou suas redes sociais para se pronunciar. Em um vídeo publicado no Instagram, ele expressou alívio com a prisão de Monique.

“Graças a Deus Monique está presa. Ela está voltando para o lugar de onde nunca deveria ter saído”, declarou Leniel. Ele ressaltou que a liberdade de Monique representava um risco para o processo, para as testemunhas e para a busca pela verdade, sendo uma afronta não só à Justiça, mas a toda a sociedade.

Leniel Borel reiterou seu compromisso em continuar a luta por justiça completa para o filho. “Henry merece justiça e eu não vou parar, não vou recuar, não vou me calar até que ela seja completa”, afirmou, enfatizando que a soltura de acusados que colocam o processo e testemunhas em risco é um erro e uma afronta.

Relembre o caso e o julgamento suspenso

Monique Medeiros e o ex-vereador Jairinho, padrasto de Henry, foram presos em abril de 2021, um mês após a morte da criança. Henry, de apenas 4 anos, morreu em um apartamento na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, com sinais de agressão.

Perícias indicaram que a morte ocorreu devido a hemorragia interna e laceração hepática, descartando a hipótese de queda da cama, alegada pela defesa de Monique e Jairinho. O Ministério Público sustenta que a criança foi vítima de agressões de Jairinho, e que Monique foi omissa.

O julgamento de ambos, que estava marcado para março, foi suspenso após a defesa de Jairinho abandonar o Tribunal do Júri. A juíza Elizabeth Machado Louro remarcou a audiência para 25 de maio e, na ocasião, determinou a soltura de Monique, considerando a manobra da defesa de Jairinho como uma interrupção indevida e um desrespeito à orientação do STF. Monique chegou a ser solta em 2022, mas voltou a ser presa após decisão do STF em 2023.

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