Rafa Kalimann expõe medo durante gestação de Zuza e ataques online
No episódio de estreia de seu documentário, “Tempo Para Amar”, Rafa Kalimann compartilhou um dos momentos mais difíceis de sua gestação: o medo de sofrer um aborto. A apresentadora relembrou uma perda gestacional anterior e como essa experiência a deixou apreensiva durante a gravidez de Zuza. A preocupação se intensificou com ataques online recebidos semanas antes do nascimento da bebê, após uma brincadeira feita pelo cantor Nattan. Conforme informação divulgada pela apresentadora.
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Rafa Kalimann relatou o impacto emocional que as críticas tiveram em sua vida. “Eu não sou perfeita, não sou santa, mas eu busco ser correta. E ver as inúmeras tentativas das pessoas de procurarem em mim um grande problema para justificar a ira delas por mim, me machuca num lugar que corrói”, desabafou. A influenciadora sentiu que a situação atingiu seu ápice ao ser alvo de mensagens graves e insultos na internet enquanto estava grávida.
A apresentadora expressou sua preocupação com a forma como a filha a verá, temendo que Zuza possa acreditar nas inverdades divulgadas sobre ela na mídia. “Eu só não quero que a neném sofra as consequências disso ou que ela pense que eu sou o que criaram de mim na mídia”, disse, emocionada. A exposição a essa negatividade a levou a considerar um afastamento das redes sociais, apesar de seus 17 anos de carreira.
Saúde mental abalada e a busca por um tempo para si
O documentário também abordou a saúde mental de Rafa Kalimann, que relatou ter desenvolvido um quadro de depressão. Ela mencionou que a perda gestacional em 2024 intensificou seu estado depressivo, tornando a preocupação com seu bem-estar ainda mais presente. A apresentadora admitiu que, nos primeiros meses de gestação de Zuza, o medo de sangramentos e de perder o bebê a deixava tensa a cada ida ao banheiro.
O receio de que a filha sinta suas emoções
Um dos receios mais profundos de Rafa era que sua filha, Zuza, pudesse sentir as emoções negativas e as crises que ela estava enfrentando. “Eu não quero que ela (Zuza) sinta. Ela habitava dentro de mim naquele momento. Eu não quero que ela sinta a dor, eu não quero correr o risco que a minha filha nasça com qualquer resquício dessas emoções”, pontuou. Ela compreendeu que muitos de seus gatilhos eram externos e que se afastar das redes sociais foi fundamental para sua recuperação e para evitar novas crises.
A internet e a normalização da crueldade
Kalimann criticou a forma como a internet pode criar uma falsa sensação de que a crueldade é apenas “opinião”. Em suas redes sociais, ela reforçou seu ponto de vista: “Não é normal viver atacando, humilhando, perseguindo ou tentando destruir emocionalmente alguém todos os dias. Isso contamina ambientes, desgasta relações e afeta, sim, a saúde mental de quem recebe”. A influenciadora enfatizou a importância de se blindar desses fatores externos para proteger a saúde mental.
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