Flávio Bolsonaro lança a “camisa do Bolsonaro” e acusa Lula de tentar “roubar” as cores brasileiras
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, declarou que a tradicional camisa amarela da seleção brasileira deve ser chamada de “camisa do Bolsonaro”. Ele incentivou o eleitorado a usar a vestimenta durante a Copa do Mundo, durante agenda no Pará.
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“A gente vai botar a camisa do Bolsonaro, que vocês estão vestindo aí, e torcer pela nossa seleção. A Copa do Mundo começa hoje”, afirmou o parlamentar em um vídeo gravado na quinta-feira (11).
Flávio Bolsonaro também acusou o governo de tentar se apropriar das cores brasileiras, que se tornaram um símbolo das manifestações de direita. A declaração surge uma semana após o ex-presidente Lula divulgar fotos vestindo a camisa da seleção, declarando “O Brasil é dos brasileiros”.
Disputa pela simbologia da amarelinha
A disputa simbólica pelo uso da camisa amarela da seleção brasileira ganhou novos contornos com a declaração de Flávio Bolsonaro. Em vídeo divulgado durante sua agenda no Pará, o senador afirmou: “O Lula é tão ladrão que até a bandeira ele quer roubar. O PT largou a bandeira do Brasil na lata do lixo. O Bolsonaro foi lá, pegou essa bandeira e a levantou, com orgulho, porque a gente é brasileiro”.
A fala de Flávio Bolsonaro ocorre após o ex-presidente Lula divulgar, há cerca de uma semana, uma série de fotos com a camisa da seleção brasileira. Na ocasião, a legenda das imagens divulgadas nos perfis do petista nas redes sociais dizia: “O Brasil é dos brasileiros”.
Camisetas com mensagens marcam pré-campanha de Flávio Bolsonaro
Durante sua agenda no Pará, nos municípios de Altamira e Belém, Flávio Bolsonaro utilizou uma camiseta com a mensagem “A Amazônia é nossa”. Segundo sua campanha, a frase reafirma a defesa da soberania brasileira e o compromisso com a proteção dos interesses do Brasil na região amazônica.
O uso de camisetas com mensagens específicas tem sido uma marca nas agendas de pré-campanha do senador. Em outra ocasião, durante visita ao oeste da Bahia, ele vestiu uma peça com a inscrição “Lula taxa. A gente planta”, criticando a taxação do governo federal ao setor produtivo.
Já em Minas Gerais, Flávio Bolsonaro optou por uma camiseta com a inscrição “Libertas Quae Sera Tamen”, que significa “Liberdade, ainda que tardia”, um símbolo histórico de Minas Gerais ligado à luta dos inconfidentes.
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