Angelina Jolie não se surpreende com volta de Brad Pitt ao álcool
Angelina Jolie não demonstrou surpresa ao saber que Brad Pitt retomou o consumo de álcool após sete anos de sobriedade. Segundo uma fonte ouvida pela coluna Naughty But Nice, a atriz já previa essa possibilidade e tentou alertar pessoas próximas ao ex-marido.
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A estrela de Hollywood, que passou por um divórcio conturbado com Pitt, não estaria convencida de que o ator mudou sua postura. A fonte revelou que Jolie acreditava que os problemas de Brad não haviam desaparecido apenas com a sobriedade.
“Ela acredita que Brad é quem ele é, e nem mesmo a sobriedade nem uma reinvenção pessoal mudam isso”, afirmou o informante, indicando que Jolie não vê uma transformação significativa no ator.
Defesa e moderação
Em contrapartida, outra fonte, em declaração ao Page Six, defendeu Brad Pitt. Segundo essa pessoa, a decisão de voltar a beber é pessoal e diz respeito apenas ao ator e suas circunstâncias atuais.
A fonte acrescentou que Pitt teve tempo para refletir sobre sua relação com o álcool e que agora busca a moderação. “Para ele, isso significa moderação e muita consciência dos seus limites”, explicou.
Pitt estaria ciente de seus limites e da disciplina necessária para beber com consciência. A decisão não anularia os anos de sobriedade nem o aprendizado adquirido nesse período, sendo vista como a escolha certa para ele no momento.
O ator fala sobre sua recuperação
Em entrevista à revista Esquire, Brad Pitt compartilhou detalhes de sua luta contra o alcoolismo. Ele mencionou ter ficado sóbrio por sete anos antes de voltar a beber de forma mais moderada.
“Fiquei confiante demais algumas vezes e pensei: ‘É, não, não é bom para mim. Não em grandes quantidades’”, declarou o ator, que reconheceu a necessidade de profissionalismo ao lidar com a bebida.
Momentos de dor e instinto de sobrevivência
Pitt também relembrou um período difícil em sua vida, marcado por problemas familiares e pensamentos sobre suicídio. Ele explicou que, apesar de não ter tendências suicidas, passou por um momento de dor opressora.
“Eu nunca tive pensamentos suicidas, exceto por um pequeno período. E nesse pequeno período, eu simplesmente não conseguia ver uma saída. A dor era tão opressiva que… eu conseguia sentir o aço frio da bala na minha cabeça, e era como um alívio”, confessou.
O ator concluiu que, apesar da atração pelo alívio, seus instintos de sobrevivência foram mais fortes e se manifestaram imediatamente, o impedindo de tomar atitudes drásticas.
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