Emilie Kiser quebra o silêncio sobre críticas à sua maternidade após tragédia com o filho
Emilie Kiser, criadora de conteúdo de 27 anos, decidiu se pronunciar publicamente sobre as duras críticas que tem recebido de seus seguidores. Em um vídeo divulgado no TikTok, ela abordou boatos e questionamentos a respeito de suas decisões como mãe, especialmente após a trágica perda de seu filho Trigg, de 3 anos, que faleceu em um afogamento em sua piscina no ano passado.
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A influenciadora admitiu que cometeu erros e se descreveu como uma pessoa imperfeita. Ela destacou que sua família já passou por momentos de grande sofrimento e que está ciente de como a vida pode mudar drasticamente, sendo confrontada com o “pior cenário possível”.
Emilie iniciou o desabafo explicando que um dos boatos mais dolorosos é o de que ela e seu marido, Brady, continuam a usar a piscina onde Trigg morreu. “Nós não usamos, não usaremos e não nadamos em nossa piscina onde nosso filho se afogou”, afirmou, visivelmente emocionada. Conforme divulgado pela própria criadora de conteúdo, a família mal consegue pisar no quintal, e ela espera que esse rumor pare de circular, especialmente em respeito à memória do filho. Ela ainda ressaltou que, apesar da dificuldade, o filho mais novo, Teddy, frequenta aulas de natação.
Medidas de segurança e aprendizados com a tragédia
Emilie esclareceu que a piscina agora possui uma cerca de proteção, embora reconheça que para alguns isso possa parecer “pouco, tarde demais” após a perda de Trigg. Ela também confirmou que seu filho de 17 meses, Teddy, está frequentando aulas de ISR (Infant Swimming Resource), um programa focado na segurança infantil na água.
A influenciadora relembrou um incidente em julho, onde foi criticada por permitir que Teddy ficasse sem colete salva-vidas durante um passeio de barco, apesar da tragédia ocorrida com Trigg. No vídeo de sexta-feira, Emilie ofereceu mais contexto, explicando que o filho estava inquieto e eles decidiram tirá-lo do colete por alguns momentos para acalmá-lo. Ela reconheceu o erro nessa decisão: “Vemos agora que foi um erro, e que não há motivo para uma criança ficar sem colete salva-vidas”, declarou, entendendo a importância da conversa sobre segurança aquática.
O peso do julgamento público e a busca por ser uma mãe melhor
Emilie falou abertamente sobre o impacto mental de ter cada passo de sua maternidade julgado publicamente, mesmo enquanto se esforça para ser uma mãe melhor. “Estou exausta, e é impossível provar para pessoas que só querem ver o pior em você que você tem boas intenções”, desabafou.
Ela expressou o medo de que tudo o que diz seja distorcido, o que a assusta há muito tempo, especialmente no último ano. “Sinto que não consigo fazer nada certo. Não consigo falar sobre meu luto, porque se falo, as pessoas acham que estou fazendo isso com más intenções ou tentando lucrar com isso”, concluiu.
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