Aline Mineiro expõe clima de rivalidade e pressão nos bastidores do “Pânico na TV”
Aline Mineiro, que integrou o time de Panicats do programa “Pânico” nos anos 2000, revelou que era vista como a “mais odiada” pelas outras assistentes de palco. Em entrevista ao programa “O Povo Quer Saber”, de Chico Barney, a influenciadora detalhou um ambiente de bastidores marcado por desentendimentos e competitividade, muitas vezes incentivados pela própria produção.
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A ex-participante afirmou que sua postura “rebelde” e a disposição em expressar suas opiniões a colocavam em conflito com as demais colegas. Ela destacou que, apesar da pressão psicológica, lidava bem com a situação, pois se sentia segura em sua posição. Conforme informação divulgada pelo portal Terra.
A tensão nos bastidores era agravada pela intensa pressão estética e pela constante comparação entre as Panicats. Aline explicou que, na época, a discussão sobre machismo e assédio não tinha a mesma força que hoje, o que tornava essas críticas e provocações mais difíceis de serem identificadas como prejudiciais.
Incentivo à rivalidade pela produção
Mineiro contou que nem sempre era claro se as provocações eram brincadeiras ou testes de resistência. A própria diretoria do programa, segundo ela, estimulava os conflitos, levando as brigas dos bastidores para as telas para gerar mais audiência e “buzz”.
Brigas icônicas e embates televisionados
Um exemplo citado foi a rivalidade com a colega Mendigata. Aline descreveu que as discussões entre elas, que começavam fora das câmeras, eram frequentemente exibidas na TV, chegando até mesmo a simulações de luta em ringues. Essas situações, embora polêmicas, eram vistas como geradoras de engajamento para o programa.
Resolução e lembranças atuais
Apesar dos embates, incluindo um confronto físico que foi ao ar, Aline Mineiro garantiu que hoje as desavenças com Fernanda (Mendigata) estão resolvidas. Ela ressaltou que a vida seguiu e que elas voltaram a se falar após o fim do “Pânico”, programa que marcou época na televisão brasileira.
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