Ed Motta em polêmica: áudios revelam ofensas e ameaças em restaurante
Novos áudios divulgados nesta terça-feira (12) pelo RJ2, da TV Globo, expõem o cantor Ed Motta em uma situação constrangedora em um restaurante na zona sul do Rio de Janeiro. Nas gravações, o artista ofende um funcionário, o chama de “paraíba filho da p*ta” e chega a ameaçar uma briga física, além de confessar ter arremessado uma cadeira de “ódio” em um incidente anterior.
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Os áudios, que teriam sido gravados em 2025 e em outra ocasião relacionada à confusão do dia 2 de maio, mostram Motta indignado com a cobrança de taxa de rolha e com o atendimento recebido. O cantor expressa raiva e frustração, chegando a insinuar que o funcionário, por ser nordestino, teria um comportamento inadequado.
A defesa de Ed Motta emitiu um comunicado repudiando a divulgação dos áudios, alegando que são “antigos”, “fora de contexto” e com o objetivo de “influenciar a investigação”. Os advogados negam veementemente que o artista tenha chamado alguém de “Paraíba” na noite do incidente e afirmam que ele não agrediu ninguém.
Desculpas e indignação com a taxa de rolha
Em uma das gravações, Ed Motta pede desculpas por ter jogado uma cadeira no chão em um momento de “ódio”, motivado pela cobrança de uma taxa de rolha que não foi previamente comunicada. Ele argumenta que, embora pudesse pagar a taxa, a falta de aviso prévio gerou sua insatisfação.
Ofensas e ameaças ao funcionário
Em outro áudio, datado de 2025, o cantor é ouvido proferindo ofensas racistas contra um barman, chamando-o de “paraíba filho da p*ta”. Motta relata que o funcionário não respondeu a uma pergunta de um amigo e o chamou de “babaca”. A situação escala com ameaças de agressão física, como “pular o balcão” e “pegar ele”, chegando a mencionar a possibilidade de intervenção policial.
Defesa alega manipulação e nega preconceito
Os advogados de Ed Motta afirmam que os áudios foram divulgados com o objetivo de manipular a narrativa e influenciar a investigação. Eles reforçam que o artista não agrediu ninguém e não possui qualquer preconceito, rejeitando a criação de “fatos inexistentes”.
Investigação por injúria por preconceito
Ed Motta prestou depoimento na 15ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, onde é investigado por injúria por preconceito. O crime prevê pena de reclusão de 1 a 3 anos. A divulgação dos áudios adiciona mais um elemento à investigação em curso.
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