Gabriel Silva, após a repercussão negativa do caso, virou alvo de críticas depois de publicar vídeos com falas ofensivas sobre Manaus e a Zona Franca de Manaus.
Continua depois da publicidade
Nas gravações, Gabriel chamou Manaus de “fim do mundo”, afirmou que as fábricas ficam “em cima de árvore” e disse que seria mais barato importar produtos diretamente da China. As declarações rapidamente foram vistas por muitos internautas como desinformadas e carregadas de preconceito contra a região Norte.
A repercussão negativa foi imediata. Além da revolta de amazonenses nas redes sociais, políticos do Amazonas também rebateram as falas do influenciador e defenderam a importância econômica da Zona Franca de Manaus.
O senador Eduardo Braga afirmou que as declarações demonstram desconhecimento sobre a realidade da região e destacou que o Polo Industrial gera empregos e ajuda a manter a floresta preservada. Já parlamentares como Capitão Alberto Neto, Zé Ricardo e vereadores de Manaus classificaram as falas como ofensivas, preconceituosas e desrespeitosas com os trabalhadores amazonenses.
Criada em 1967, a Zona Franca de Manaus é um dos maiores polos industriais do Brasil, sendo responsável por milhares de empregos diretos e indiretos no Amazonas e movimentando bilhões de reais todos os anos.

Além da importância econômica, especialistas e autoridades também destacam que o modelo ajuda na preservação ambiental da Amazônia ao gerar emprego e renda dentro da região Norte.
Após a repercussão, Gabriel Silva passou a receber uma onda de críticas de nortistas, influenciadores e internautas que consideraram as falas ofensivas e desrespeitosas com a população amazonense.
Continua depois da publicidade