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22/05/2026 22:01
Polícia de SP abre inquérito para investigar Ratinho por suposta LGBTfobia
A matéria destaca investigação policial apura supostas falas de Ratinho contra comunidade LGBTQIA+ A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, por suspeita de cometer atos de LGBTfobia.
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Investigação policial apura supostas falas de Ratinho contra comunidade LGBTQIA+

A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, por suspeita de cometer atos de LGBTfobia. A decisão foi tomada devido à reincidência de episódios considerados ofensivos ao público LGBTQIA+ durante seu programa no SBT, nos últimos 60 dias.

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O caso está sob sigilo e tramita no 7º Distrito Policial de Osasco, com um prazo inicial de 30 dias para a investigação, que pode ser prorrogado. A apuração se concentra em três ocorrências distintas exibidas recentemente no “Programa do Ratinho”, conforme divulgado pela coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo.

As investigações envolvem declarações feitas pelo apresentador em março, maio e em uma data não especificada, mas que ocorreram em um curto intervalo de tempo. A polícia poderá convocar funcionários do programa e o próprio Ratinho para prestar depoimentos.

Primeiro episódio: Deputada Erika Hilton e transfobia

Um dos episódios sob investigação ocorreu em março, quando Ratinho questionou a eleição da deputada federal Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Na ocasião, o apresentador afirmou que ela não seria indicada para o cargo por ser uma mulher trans.

Após a repercussão negativa, Erika Hilton entrou com uma ação por transfobia contra o apresentador, além de solicitar direito de resposta ao SBT e uma indenização. Ratinho, por sua vez, também moveu uma ação judicial contra a deputada por difamação.

Segundo episódio: Preocupação com casais do mesmo sexo

Outro caso investigado aconteceu no início de maio. Na ocasião, Ratinho expressou preocupação ao ver casais do mesmo sexo se beijando em público. Suas falas geraram repercussão nas redes sociais e motivaram denúncias ao Ministério Público, que também iniciou uma apuração sobre o caso.

Terceiro episódio: Comentários homofóbicos em quadro do programa

O terceiro episódio relatado ocorreu em 11 de maio, durante o quadro “Dez ou Mil”. Segundo a reportagem, Ratinho teria feito comentários considerados homofóbicos direcionados a participantes LGBTQIA+. Ele teria sugerido que os participantes não seriam “machos de verdade”, o que também gerou indignação e denúncias.

Até o momento, o SBT não é figura investigada no inquérito policial e a emissora ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. A assessoria de Ratinho informou apenas que o apresentador “não comenta questões jurídicas”.

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