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12/06/2026 10:02
Emily Blunt brinca sobre ‘ficaria com’ Anne Hathaway em ‘O Diabo Veste Prada’ e o destino lésbico de sua personagem
A matéria destaca emily Blunt se diverte com a repercussão de sua personagem em 'O Diabo Veste Prada' e o potencial romance com Anne Hathaway Emily Blunt, a aclamada atriz por trás de personagens inesquecíveis, está comentando abertamente sobre um aspecto surpreendente de sua...
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Emily Blunt se diverte com a repercussão de sua personagem em ‘O Diabo Veste Prada’ e o potencial romance com Anne Hathaway

Emily Blunt, a aclamada atriz por trás de personagens inesquecíveis, está comentando abertamente sobre um aspecto surpreendente de sua carreira: o fato de sua personagem em ‘O Diabo Veste Prada’, Emily Charlton, ter se tornado um ícone lésbico. A popularidade do filme de 2006 continua a gerar discussões e interpretações sobre os personagens, e Blunt parece abraçar essa nova dimensão.

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Em uma participação recente no programa ‘Watch What Happens Live with Andy Cohen’, a atriz foi questionada sobre a sexualidade de sua icônica personagem. Os fãs, ao longo dos anos, criaram um forte vínculo entre Emily Charlton e Andy Sachs, interpretada por Anne Hathaway, um fenômeno conhecido como ‘shipp’.

A pergunta sobre a possibilidade de uma representação abertamente lésbica de Emily Charlton em uma futura sequência não pegou Blunt de surpresa. Pelo contrário, a atriz demonstrou bom humor e entusiasmo com a ideia, conforme divulgado pelo site People. A especulação sobre um romance entre as duas personagens, amplamente discutida online, encontrou eco nas palavras da própria Emily Blunt.

Um romance improvável, mas desejado pelos fãs

Quando Andy Cohen leu a pergunta de um fã sobre ver Emily Charlton retratada como lésbica em uma futura continuação, Emily Blunt não hesitou em responder com uma brincadeira ousada. “Eu adoraria ‘ficar com’ a Annie Hathaway”, declarou a atriz, arrancando risadas da plateia e do apresentador. A declaração, carregada de bom humor, ressaltou a química e a conexão que os fãs percebem entre as personagens.

Blunt complementou sua fala com um sorriso, adicionando: “Vamos lá! Há uma história de amor ali”. Essa observação reforça a ideia de que, mesmo que não intencional no roteiro original, a dinâmica entre Emily Charlton e Andy Sachs permitiu que os espectadores criassem suas próprias narrativas e desejos para as personagens.

A dualidade de Emily Charlton: vilã ou vítima?

Além de abordar o potencial romance, Emily Blunt também compartilhou sua visão sobre como sua personagem é percebida pelo público. Para muitos, Emily Charlton é vista como a vilã implacável do filme, uma chefe cruel e insensível. No entanto, a atriz defende uma interpretação mais complexa.

“Quando a interpretei no primeiro filme, nunca a vi como uma vadia, eu a via como alguém desesperada, que define toda a sua identidade pelo trabalho e pelo sucesso. Claramente, ela é alguém que está delirando e é uma lunática, mas eu sinto por ela”, explicou Blunt, oferecendo uma perspectiva de empatia pela personagem.

Blunt admite que compreende a intenção por trás da criação da personagem, mas reitera que a vê com uma mistura de carinho e estranhamento. “Eu a amo. Acho que ela é completamente maluca e, ainda assim, entendo, eu entendo a intenção”, concluiu a atriz, demonstrando sua afeição pela complexidade de Emily Charlton.

O legado de Emily Blunt como ‘ícone gay’

A atriz já havia mencionado em entrevistas anteriores seu desejo de se tornar um “ícone gay”. Em uma conversa com The Guardian em 2009, ela expressou essa aspiração de forma direta. “Sim, eu vou me tornar um ícone gay”, afirmou na época, relembrando admirações por outras garotas durante a adolescência.

Em 2014, em entrevista à The Advocate, Blunt reforçou seu apreço por essa base de fãs. “Eu sei que esse é o meu público. Isso me foi deixado claro pelos meus fãs”, disse ela, concluindo com um “Eu amo isso. Acho que é tão legal, porque um dia espero ser um ícone gay”. Essa conexão com a comunidade LGBTQIA+ demonstra a capacidade de Blunt de criar personagens que ressoam profundamente com diversas audiências.

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