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27/08/2026 06:01
Barriga de Aluguel Recusa Aborto e Entra em Nova Disputa Judicial pela Guarda do Bebê
A matéria destaca barriga de Aluguel Luta pela Guarda de Bebê Após Recusar Aborto Uma mulher que gestou um bebê por meio de barriga de aluguel entrou com um novo pedido na Justiça do Texas, nos Estados Unidos, buscando ser a única responsável legal pela criança.
Esta é uma ferramenta em desenvolvimento. A inteligência artificial pode cometer erros; toda a produção é baseada no conteúdo da matéria original.
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Barriga de Aluguel Luta pela Guarda de Bebê Após Recusar Aborto

Uma mulher que gestou um bebê por meio de barriga de aluguel entrou com um novo pedido na Justiça do Texas, nos Estados Unidos, buscando ser a única responsável legal pela criança. Segundo informações do TMZ, ela alega que os pais biológicos do recém-nascido, Nausheen Gilkar e Omar Ahmed, tentam interferir nos cuidados do bebê, a quem ela chama de Gabriel.

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Os pais biológicos, por outro lado, solicitaram à Justiça que os nomeiem como responsáveis legais pelo filho, a quem chamam de Rumi. McKenna West, a barriga de aluguel, se opôs a este pedido e busca uma ordem judicial que impeça o casal de interferir ou tentar tomar posse da criança. O recém-nascido, que nasceu em 12 de agosto, está em estado crítico após uma cirurgia cardíaca de emergência, conforme apurado pelo TMZ.

A disputa judicial teve início ainda durante a gravidez, quando exames revelaram uma grave cardiopatia congênita no feto. Os pais biológicos solicitaram a interrupção da gestação, o que estava previsto em uma cláusula do contrato de barriga de aluguel. No entanto, McKenna West decidiu levar a gravidez adiante, mesmo após marcar o procedimento de aborto.

O Conflito Durante a Gestação

McKenna West, residente do Alasca, viajou para o Texas para dar à luz, buscando garantir que o bebê recebesse tratamento médico especializado. Em declarações anteriores, ela expressou o medo e o estresse diante da possibilidade de aborto: “Eu tinha quase certeza de que eles iriam optar pelo aborto, e como eu conseguiria conviver comigo mesma passando por isso?”.

Bebê em Estado Crítico e Disputa por Nome

Após o nascimento, o bebê passou por uma complexa cirurgia cardíaca para tratar a síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo. Os pais biológicos, Nausheen Gilkar e Omar Ahmed, consultaram médicos antes de autorizar o procedimento. Eles se referem ao bebê como Rumi, mas McKenna West utiliza o nome Gabriel na documentação judicial, afirmando que não é o nome escolhido pelo casal.

Ações Legais e Pedido de Indenização

Além da disputa pela guarda, os pais biológicos processaram McKenna West, pedindo cerca de R$ 1,2 milhão em indenizações. Uma ordem judicial anterior concedeu a eles autoridade sobre as decisões de saúde do filho e restringiu a interferência de McKenna nos cuidados médicos e no acesso à criança. Até o momento, a Justiça do Texas não se pronunciou sobre o novo pedido de McKenna West.

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