Victor Sarro se revolta com roubo em túmulo de família após velório da avó
O humorista Victor Sarro, de 37 anos, utilizou suas redes sociais para expressar profunda revolta e tristeza após descobrir que o túmulo de sua família foi alvo de um roubo em São Paulo. A descoberta ocorreu em um momento delicado, logo após o velório de sua avó, o que intensificou o seu desabafo.
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Em um vídeo publicado no Instagram, Sarro relatou o ocorrido com visível comoção. Ele agradeceu as mensagens de carinho recebidas pelo falecimento de sua avó, mas logo em seguida expôs a sua indignação com a situação do país. “Foi lindo, uma boa despedida, mas o Brasil deu errado. Esquece. Quem puder, sai daqui”, lamentou o artista, conforme divulgado pelo portal Hugo Gloss.
O artista detalhou o saque ao jazigo, informando que diversos itens foram levados pelos criminosos. “Roubaram o túmulo da minha família. Não tem mais o portão do túmulo, não tem mais as placas com as fotos dos meus avós, não tem mais os vasos… Roubaram tudo”, contou Victor, chocado com a audácia do crime.
Indignação com a segurança pública
Victor Sarro não poupou críticas à segurança pública e à inversão de valores observada na sociedade. Ele questionou a permissividade de crimes em locais de respeito como cemitérios. “Que país é esse em que as pessoas roubam um cemitério? A pessoa entrou em um lugar de maior respeito e roubou um cemitério. Que loucura!”, disparou o humorista.
Críticas ao mercado ilegal
O humorista também apontou para a responsabilidade do mercado que adquire itens roubados, alimentando esse tipo de delito. Ele enfatizou a dificuldade em entender como alguém pode comprar objetos claramente subtraídos de um cemitério. “Tem gente que compra, aí está o problema! Como pode alguém comprar uma placa de cemitério, visivelmente roubada? A pessoa entrou no lugar de maior respeito e roubou”, completou.
Em sua legenda, Victor reforçou o sentimento de desamparo. “Obrigado pelo carinho e mensagens, mas o Brasil não dá mais… não tem como resolver mais nada. É triste, revoltante. Nem os mortos escapam!”, escreveu. Ele também rebateu comentários que tentavam normalizar a situação, afirmando que considerar tal ato como comum é um absurdo.
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